Salvador, 13 de fevereiro de 2009
Sr. Desconhecido,
Vou levando os dias como se leva uma criança a escola, não sei direito das minhas vontades ou dos meus prazeres, há uma abismo entre o que penso e o meu agir. Não sei direito quase nada, não sei o que eu quero as portas do quinquagésimo quinto ano de existencia
neste planeta. Gostaria claro de ter as memórias do que vivi, sei que os erros foram bem mais bem maiores que os acertos. Nunca encontrei quem realmente me amasse(isso não pieguisse) e também não amei ninguém com o verdadeiro amor, eo que nunca se experimentou torna-se-se dificil nomear, explicar, os amigos nunca existiram, eram uma ficção minha e talvez deles tembém.
Sr.Desconhecido isto está parecendo um desabafo de quem se prepara para escrever um testamento; o que deixaria nesta vida quando dela partir ? Verdadeiramente, a paz entre os meus, mas acho que minha visão e sentimentos não combinam com eles, talvez eu seja elitista
nos meus pensamentos, mas torno a repetir, quero encontrar a coragem para vive-los; Lennon
disse o "sonho acabou", mas as pessoas continuam sonhando e algumas delas concretizam seus sonhos pela firmeza e verdade com que sonham, isto é o que eu procuro, ser firme, verdadeiro para encarar o que me resta nesta senda intrincada da existência. Desejo-lhe sonhos, Sr.Desconhecido
e que a paz esteja consigo, do amigo,
Desconhecido
sexta-feira, 21 de maio de 2010
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