8 DE FEVEREIRO DE 2009
Sr. Desconhecido;
Esta é a primeira carta que lhe escrevo, perdoe por não saber expressar-me como gostaria, haja que nossa lingua portuguesa nos prepara armadilhas, ainda mais para quem jogou a oportunidade fora de aprende-la mais.De qualquer forma Sr. escrevo-lhe para contar de tudo um pouco, mesmo que seja muito, a hectatombe do mundo, ou dos mundos individuais, dá
os seus sinais, circula por todos os meios, código que são traduzidos a maneira própria de cada um, nós sabemos, Sr. Desconhecido que eles , os tais códigos, só tem um significado, nada significam, são apenas representações e icones imprecisos da realidade, onde sempre há alguém para nomear, rotular e em seguida dar-lhes sentidos e concluir que nada significam, ou representam, senão o jôgo hipócrita das civilizações e seus Artezões de explicações. Nada não existe, portanto Sr. Desconhecido temos um longo caminho para chegarmos a alguma conclusão (naturalmente vaga) sôbre a existência. Sim temos a música, que nos dá algum brilho neste assunto. Deveras estou cansado mais prossiguirei escrevendo para que nós, Sr. Desconhecido, possamos chegar a algum acôrdo qualquer sõbre estes chocolates metafisicos, como diria Fernando Pessoa, agradeço por sua atenção, aguardando a próxima oportunidade de tornar a endereçar ao
Senhor mais uma dessas cartas, um abraço do seu amigo,
DESCONHECIDO
quarta-feira, 7 de abril de 2010
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